DDID Enlite no Shark Tank

DDID Enlite antes do Shark Tank

A DDID é uma empresa de desenvolvimento de produtos e tem um produto chamado Enlite, voltado para salões de cabeleireiros.

É possível encontrar alguns vídeos antigos do Enlite no canal Caliz, que parece ser uma empresa parceira da DDID.

Como foi no Shark Tank

Rodrigo apresenta a empresa DDID, que busca um investimento de 295 mil por 30% do produto Enlite.

O Enlite visa reduzir o consumo de energia elétrica, reduzindo o impacto ambiental de outros produtos. Ele reduz de 20 a 40% o consumo de energia elétrica em um salão de cabeleireiros.

A DDID fatura 400 mil por ano com 7 pessoas. Presta serviços para o TSE, com as soluções biométricas para as eleições.

O Enlite é um dispositivo que liga e desliga o secador de cabelos automaticamente, reduzindo o consumo de energia quando o secador não está em uso. Em um salão pequeno, economizaria 60 reais por mês por um secador de cabelo.

O investimento é para lançar o produto no mercado. O custo de fabricação varia de 82 a 62 reais, dependendo da quantidade. Foi feita uma pesquisa de mercado que definiu o preço do Enlite em 260 reais.

Camila pergunta porque ainda não está vendendo se os protótipos já estão prontos. Um salão em Curitiba já usa, mas nunca foi dado enfoque comercial.

João quer saber se o empreendedor vai tocar o negócio. Ele responde que pretende contratar um executivo para a operação e participar apenas no desenvolvimento de produto.

Cris quer fazer uma proposta condicionada a testar o produto. João diz que ele quer vender uma parte da empresa para os tubarões trabalharem para ele. Os dois fazem uma proposta de 295 mil por 70%.

Camila sai da negociação porque o empreendedor está com foco dividido em outros projetos.

Shiba quer comprar também a empresa DDID, para mitigar o problema de foco. Faz proposta de 295 mil por 35% da DDID, não apenas do produto Enlite. Rapidamente o Rodrigo aceita a proposta do Shiba.

Onde comprar?

O Enlite ainda não está a venda. No site do projeto tem poucas informações sobre o produto.

+55Canga no Shark Tank

+55Canga antes do Shark Tank

A +55Canga vende cangas bonitas, de marca e qualidade. Iniciou vendendo na Festa Literária de Parati. Participou do New York Fashion Week e da Art Basel, maior feira de arte contemporânea do mundo. Abriu a primeira loja no Fashion Mall no Rio de Janeiro no Black Friday e vendeu tudo antes do Natal.

Assim, validaram o conceito, o público, o produto

 

A empresa vende matéria-prima para saboaria artesanal. O Peter Paiva tem outras empresas na mesma área. Uma vez por ano vende em uma grande feira. No último ano, fez fila e vendeu 90% de 7 toneladas de produtos. Tem mais de 2000 produtos catalogados e a comprovação de que é um produto que vende.

Apresenta o programa Tudo Artesanal, da TV Aparecida.

Como foi no Shark Tank

Bruna apresenta a +55Canga, busca um investimento de 500 mil reais por 10% da empresa.

A +55Canga vende cangas bonitas, de marca e qualidade. Iniciou vendendo na Festa Literária de Parati. Participou do New York Fashion Week e da Art Basel, maior feira de arte contemporânea do mundo. Abriu a primeira loja no Fashion Mall no Rio de Janeiro no Black Friday e vendeu tudo antes do Natal.

Assim, validaram o conceito, o produto, o preço e o público. Em 6 meses, a empresa faturou 250 mil reais, com margem líquida de 20%.

Cris Arcangeli quer saber dos diferenciais em relação aos outros produtos semelhantes. Bruna fala do conceito, da brasilidade, da qualidade 100% viscose.

Sorocaba pergunta sobre o tamanho do mercado. O mercado mundial de moda praia fatura 22,5 bilhões de dólares. No Brasil são vendidas 1,2 milhões de cangas anualmente.

Bruna justifica o valuation com a previsão de faturamento nos próximos anos, 780 mil em 2016, 2,9 milhões em 2017 e 6 mihões, 9 milhões e 15 milhões nos anos seguintes. Considerando o ticket médio de 95 reais, em 2020 estarão vendendo 120 mil cangas, o que dá 10% das cangas vendidas no Brasil.

Cris diz que essa é uma previsão super otimista e os outros tubarões concordam.

Shiba pergunta se Bruna não acha arriscado concentrar tudo em um único produto. A empresa já está criando outros produtos, como lenços e alterando a marca de +55Canga para +55.

Cris não acha o produto inovador e acha difícil cumprir a previsão de 5 anos. Sai da negociação.

Sorocaba, Shiba, Camila e João também saem na sequência.

Nenhum tubarão se interessou pelo negócio.

Onde comprar +55Canga?

Os produtos estão disponíveis no site da empresa e no quiosque do Rio Design Barra 2o piso.

Futuriste no Shark Tank

Futuriste antes do Shark Tank

A Futuriste é uma empresa de serviços de tecnologias inovadoras, focada em aplicações e ensino de drones.

Como foi no Shark Tank

O casal Raquel Molina e Leonardo Minucio busca um investimento de 185 mil por 15% da empresa.

A empresa tem cursos de montagem e pilotagem de drones, além de customização de equipamentos de acordo com as necessidades dos clientes. Tem como parceiro uma multinacional americana de software de mapeamento. Já fecharam contrato com a maior feira de tecnologia e inovação do Brasil para dar os cursos de drones do evento. Tem planos para criar franquias de escola de drones nas maiores cidades do Brasil.

Sorocaba inicia a conversa querendo saber sobre a legislação de drones. Para ter um drone precisa de habilitação?

Leonardo explica que ainda não existe regulamentação, existe uma proposta de lei e regras da ANAC e Aeronáutica, mas ainda não está em vigor.

João continua no mesmo tema, perguntando sobre os documentos necessários para voar profissionalmente com um drone. Inicialmente, é necessário um selo que regula a rádio-frequência do equipamento. Precisa também classificar o drone por peso, para definir quais outras documentações serão necessárias para a ANAC. Dependendo do tamanho, o piloto precisa ser certificado.

Ainda não está definido como funciona esse certificado, mas a Futuriste é a maior interessada nessa regulamentação.

Os cursos são de 7 a 16 horas para capacitação completa. O preço do curso vai de R$ 779 a R$ 1.779.

O faturamento em 2015 foi R$ 19 mil, apenas metade do ano, quando iniciaram as operações. No primeiro semestre de 2016, já faturaram R$ 72,5 mil.

Camila Farani não entendeu a aplicabilidade dos drones. Leonardo dá exemplos de uso. Estão trabalhando com a indústria automobilística para usar o RFID para levantamento do inventário. Podem também utilizar sensores para identificar calor.

João quer saber sobre o curso. Diz que já existem cursos online. Dá para voar um drone sabendo pouca coisa. Leonardo explica que o foco é na pilotagem profissional, não apenas no hobby.

Cris Arcangeli pergunta sobre como será utilizado o dinheiro. Será usado para contratar pessoas para vendas. Hoje são vendidos 15 cursos por mês e uma equipe de vendas pode aumentar isso. A empresa quer faturar 150 mil reais em 2016 e crescer 155% em 2017.

Shiba, João, Sorocaba e Cris saem da negociação.

Camila acha que pode ajudar muito no início da empresa. Faz uma proposta de 200 mil por 30% da empresa. Os empreendedores fazem uma contra-proposta por 25% da empresa. Camila aceita e fecha negócio.

Onde comprar?

No site da Futuriste tem todas as informações de preço.

Super Cooler no Shark Tank

Super Cooler antes do Shark Tank

O Super Cooler iniciou em julho de 2014, em uma plataforma de financiamento coletivo. Conseguiu R$ 25.500 para desenvolver o produto. O produto gela cerveja em dois minutos.

O produto já é vendido em todo Brasil, busca agora o investimentopara crescer rapidamente, preferencialmente do João Appolinário por causa da Polishop.

Como foi no Shark Tank

Ricardo busca um investimento de 500 mil por 15%. Demonstra como o Super Cooler consegue gelar a lata de cerveja rapidamente. O produto consegue gelar latas, garrafas e latão de qualquer líquido.

Os tubarões veem uma lata quente ficar gelada durante a apresentação.

Em 2015, quando lançaram o produto, venderam mais de 10 mil peças e faturaram 650 mil reais.

Está desenvolvendo o 8X Cooler em parceria com a DDID (investida pelo Shiba no mesmo programa), para gelar 8 latas ou garrafas ao mesmo tempo.

O valor do investimento é baseado em uma projeção financeira de vendas para os próximos 2 anos. O preço é de 99 reais para o cliente final e de 49 reais para B2B.

O Super Cooler é patenteado no Brasil, mas tem um concorrente americano com produto similar. O 8X Cooler deve ser produzido por 40 dólares na China.

Cris, Camila e Shiba saem da negociação.

João e Sorocaba fazem proposta por de 500 mil por 51%. Ricardo faz contra-proposta de 500 mil por 25%, mas os tubarões não se interessam. Não fechou negócio.

Onde comprar o Super Cooler?

O Super Cooler pode ser comprado no Submarino ou Americanas. O 8X Cooler ainda está em desenvolvimento, com promessa de uma campanha de financiamento coletivo em breve.

Peter Paiva no Shark Tank

Peter Paiva antes do Shark Tank

A empresa vende matéria-prima para saboaria artesanal. O Peter Paiva tem outras empresas na mesma área. Uma vez por ano vende em uma grande feira. No último ano, fez fila e vendeu 90% de 7 toneladas de produtos. Tem mais de 2000 produtos catalogados e a comprovação de que é um produto que vende.

Apresenta o programa Tudo Artesanal, da TV Aparecida.

Como foi no Shark Tank

Peter Paiva quer um investimento de 500 mil por 20% da empresa, com a garantia de devolução do valor mais 40% em dois anos. Há 16 anos ele aprendeu a fazer o produto e teve a oportunidade de levar o produto para um dos maiores canais de televisão e ensina as pessoas pela TV. Tem uma marca com crédito e segurança.

Nos 16 anos, aperfeiçoou a montagem de vitrines, viajou o mundo estudando as possibilidades.

Kate se apresenta, irmã do Peter, faz a parte de logística e gestão, explica que o Peter quer entrar na área de sabonetes.

A empresa já está constituida, tem 4 lojas e 25 pontos de venda.

Trouxe amostras do produto para os tubarões.

Cris inicia a conversa, perguntando sobre as matérias-primas usadas. Peter conta que são essências, uma base glicerinada da Europa, trouxe a formulação em parceria com uma indústria. Tem parceria com indústrias de perfume, corantes e ativos vegetais.

Camila pergunta se o diferencial é a matéria-prima, Peter explica que o diferencial é a criação, tem mais de 2000 produtos catalogados.

Sorocaba quer saber sobre o preço de venda dos produtos prontos. A empresa não vende o produto pronto nas lojas. Serve apenas de vitrine. Ele só dá a ideia para as pessoas.

Os tubarões ficam em dúvida sobre o que está sendo negociado. Se são todos os produtos do Peter Paiva ou apenas as lojas que ele está montando.

Peter está negociando apenas a Peter Paiva Saboaria Exclusiva. Não quer envolver a loja, porque ele não quer aumentar as lojas, já está satisfeito desse tamanho. Contou tudo isso para mostrar que já tem acesso ao público.

A saboaria tem produtos que o mercado de cosmético busca e não consegue desenvolver.

Shiba e Sorocaba querem envolver as lojas na negociação. Cris não entendeu o que está sendo negociado. Os três saem da negociação.

Mesmo assim, Cris continua interessada. Convida o Shiba para a negociação, para ajudar na expansão das franquias. Fazem em conjunto a proposta de 500 mil para receber em dois anos com 40% de lucro. Se o Peter não conseguir pagar, eles recebem 30% do outro negócio do Peter Paiva.

João quer associar Peter Paiva com a Be Emotion, outra empresa dele. Pergunta também se a empresa está preparada para aumentar volume de vendas. Faz proposta de 500 mil por 50%, para relacionar o Peter Paiva com a empresa que o João já tem.

Após Peter e Kate conversarem, recusam a proposta do Shiba e da Cris, por não considerar uma grande proposta.

Gostou da proposta do João Appolinário, mas faz contra-proposta de 40%. João não aceita e eles fecham negócio de 500 mil por 50%.

Como comprar os produtos?

Os produtos Peter Paiva estão disponíveis na loja virtual e em lojas e pontos de venda.

A Be Emotion é vendida na Polishop, mas a associação com os produtos Peter Paiva ainda não foi feita.

Easy Carros no Shark Tank

Easy Carros antes do Shark Tank

A Easy Carros presta serviços para seu carro, como mecânica e lavagem de carros.

Como foi no Shark Tank

Fernando Saddi está em busca de 800 mil por 4% da Easy Carros. Começou contando a história de quando Marcio William, fundador da Easy Taxi pediu carona para ele e o carro estava uma zona. Perguntou para ele: “Quando você quer que eu cuide do meu carro? Venho para o escritório nada está aberto e quando saio tudo já está fechado.”

Com isso, decidiram criar a empresa para mudar como as pessoas se relacionarem com os carros. Estão criando um Uber para serviços de carro, com uma rede de serviços para o carro sem ter nenhuma mecânica ou oficina. Conecta os donos de carro com os melhores profissionais de serviços automotivos.

O aplicativo é simples, explica os serviços e o preço é tabelado para ninguém ser enganado. Escolhe o horário que você quer e sabe quando vai ficar pronto. Paga pelo aplicativo e um funcionário uniformizado vai onde você estiver e faz o serviço.

Já fecharam parcerias com a Sulamérica e a Ticketcar como meio de pagamento. Levantaram uma rodada de investimento com investidores estratégicos, incluindo sócios da Ambev.

Sorocaba quer saber quais outros serviços a empresa quer prestar. Fernando responde que já faz lavagem, troca de óleo, polimento, mas quer ir para serviços mais complexos, como martelinho de ouro, troca de pneu, troca de bateria.

Fez 135 mil em vendas no mês anterior, com 20% de comissão sendo da Easy Carros. Os tubarões perguntam se o faturamento é na verdade apenas 20% desse valor, Fernando concorda.

Sorocaba pergunta se os mecânicos tem resistido à plataforma. Fernando conta que tem fila de espera em 29 das 32 cidades que atuam. Para o microempreendedor é vantagem não precisar de um aluguel, pode receber o serviço e ficar rodando pela cidade.

Camila quer detalhes da rodada de investimento que ele já fez. A primeira rodada foi de 800 mil. Agora na segunda rodada já captou R$ 1,2 milhões e quer mais 800 mil dos tubarões para fechar em 2 milhões.

O dinheiro será usado 40% para marketing, 30% para produto e 30% para operação.

Cris pergunta do break-even. João continua para saber quanto será o prejuizo em 2016. O break-even está previsto para 2018. Deve finalizar 2016 com 400 mil de deficit.

João fala que aplicativos funcionam de forma diferente e ele não está interessado, então sai da negociação.

Cris segue a mesma linha de raciocínio, falando que trabalha com mercado de consumo, desenvolvimento de marca. Fernando tenta recuperar a atenção dela, explicando que o público-alvo é semelhante, o objetivo da empresa é ajudar quem não entende de carro e não quer se preocupar com isso.

Sorocaba reclama do valuation alto. Fernando propõe aos tubarões investirem em conjunto para mitigar o risco do investimento e agregar um valor maior.

Mesmo assim, nenhum dos tubarões se interessou e a Easy Carros acabou sem fechar negócio.

Onde comprar?

O aplicativo está disponível para Android e iOS. Além disso, é possível agendar pelo site.

O serviço é prestado apenas nas cidades de São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Campinas, mas estão expandindo para outras cidades. Consulte no site da empresa para confirmar.

Pensys no Shark Tank

Pensys antes do Shark Tank

A Pensys desenvolve um gerador para residências e comércios, trabalha com energia eólica e fotovoltaica.

Como foi no Shark Tank

A empresa busca 300 mil por 5%.

A Pensys busca facilitar o consumo e monitoramento de energia elétrica. Instalando placas fotovoltaicas e uma turbina eólica para aproveitar tanto a energia solar quanto do vento.

O gerador tem 1,20m de diâmetro e 2,50m de altura, desenvolvido para regiões urbanas, de ventos turbulentos. Com duas fontes de energia, conseguem gerar energia de forma constante.

A empresa tem caixa de 32 mil reais, já faturou 200 mil reais. Tem 4 milhões em propostas ativas e em prospecção. Estão com duas instalações nas próprias residências e uma sendo feita em um hotel.

O gerador custa de 17 mil a 140 mil reais, dependendo do tamanho.

Todos os tubarões acharam o valuation de 6 milhões alto para a posição atual do projeto, além do produto ainda ser muito caro para ser vendido para o consumidor.

Não teve negócio.

M’Ana no Shark Tank

M’Ana antes do Shark Tank

A M’Ana faz manutenção residencial e comercial com mulheres, para mulheres.

Como foi no Shark Tank

Ana Luiza e Katherine buscam 100 mil reais por 10% para investir no crescimento da M’Ana, para atender mais mulheres e resolver o problema do desconforto e do assédio sofrido por mulehres com prestadores de serviço homens.

A empresa já tem um ano de existência, com mais de 1500 mulheres atendidas nesse período. Hoje perdem de 4 a 5 clientes por semana, por falta de mão-de-obra.

Entre 2006 e 2012, o número de mulheres na construção civil mais do que dobrou.

Existem concorrentes como marido de aluguel, mas não tem o diferencial de ter mulheres atendendo.

Camila pergunta sobre o faturamento da empresa. 10 mil por mês, apenas para as duas.

Shiba se interessou pelo projeto, por poder funcionar com um modelo de franquias, que ele já conhece bem.

O dinheiro será utilizado para contratação e ferramentas. Os serviços mais prestados são de manutenção elétrica e montagem de móveis.

Para chegar aonde estão, investiram apenas 70 dólares para chegar em quase 25 mil pessoas.

Sorocaba e João gostaram da empresa, mas saem da negociação.

Camila e Cris fazem propostas iguais, de 100 mil reais por 50%.

Shiba sugere os 3 investirem em conjunto, ficando 20% para cada um, assim reduzindo a negociação, para 100 mil por 60%.

Elas aceitam a proposta rapidamente.